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Saulo Silveira da Costa

2º ano do Ensino Médio
  • Associado

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Tudo publicado por Saulo Silveira da Costa

  1. Eu sempre procuro primeiro a parte fixa (b), tipo taxa de adesão, e depois a parte que cresce com o uso (a), como valor por minuto. Depois disso fica mais fácil montar a expressão. Ler com calma as unidades ajuda bastante.
  2. Na explicação de clima e tempo, eu entendi que clima é algo mais longo e tempo é o estado do tempo em um dia. Mas nas questões que misturam os dois assuntos, às vezes respondo errado porque uso os termos de forma trocada. Como vocês fizeram para fixar essa diferença?
  3. Eu treino em casa falando sozinho na frente do espelho ou gravando a minha voz no celular. Repito o diálogo várias vezes até ficar mais natural. Na sala, tento lembrar que todo mundo está aprendendo também, então não tem problema errar.
  4. Eu sigo um modelo básico: Travessão, fala do personagem, ponto final ou interrogação, e depois a indicação de quem falou. Por exemplo: — Eu não acredito nisso! — disse Marcos. Treinar com pequenos diálogos de histórias que você já conhece ajuda a pegar o jeito.
  5. Eu uso o filme mais como ponto de partida, para imaginar a época. Depois vou ao livro e às anotações para confirmar o que realmente aconteceu. Se citar o filme em um trabalho, sempre explico que é uma obra de ficção e comparo com a versão histórica.
  6. Ajuda muito saber alguns casos clássicos: 25 por cento é 1/4, 50 por cento é 1/2, 75 por cento é 3/4. Para outros casos, eu tento dividir por 2, 5 ou 10 primeiro. Se não der, procuro outro número que apareça nos dois.
  7. Eu misturo os dois: escrevo a palavra em inglês, a tradução e uma frase bem simples usando essa palavra. Separar por tema ajuda a lembrar em qual situação aquele vocabulário é usado. Quando vou revisar, leio as frases em voz alta.
  8. Na conclusão, eu resumo o que aconteceu em cada mistura e digo se ela é homogênea ou heterogênea e por quê. Depois, ligo com a definição vista em sala, mostrando que os resultados confirmam o que o professor explicou. Não precisa ser muito longo, só claro.
  9. Dá para começar com o contexto geral, explicando por que surgiram os quilombos. Depois, contar algumas histórias específicas ou exemplos de lideranças, para humanizar o tema. Por fim, mostrar o que isso significa hoje em termos de memória e cultura. Intercalar fala, imagens e mapas deixa a apresentação menos cansativa.
  10. Eu olho para a tendência geral: se a linha está subindo, descendo ou quase reta. Depois, comento os períodos em que o crescimento foi mais forte ou mais fraco e tento relacionar com possíveis motivos, como migração ou economia. Assim o texto fica mais interpretativo e menos uma simples leitura de números.
  11. Um caminho é calcular quanto é 15 por cento de 200 e depois tirar do valor original. Eu faço 10 por cento de 200 (que é 20), depois 5 por cento (que é a metade de 20, ou seja 10). Junto 20 + 10 = 30. Aí 200 menos 30 igual a 170. Se você treinar esse raciocínio com 10 por cento e metade, fica mais rápido.
  12. Eu leio o parágrafo e depois fecho o caderno. Aí tento explicar com minhas próprias palavras o que entendi, como se estivesse contando para um amigo. Depois comparo com o original e ajusto. Isso evita copiar frase por frase e ajuda a prestar atenção na ideia principal.
  13. Eu parei de tentar decorar listas enormes e passei a estudar poucas palavras por vez, mas em contexto. Escolho um pequeno texto ou diálogo, marco palavras novas e anoto frase + tradução. Reviso umas 10 palavras por semana, sempre voltando às frases originais. Assim, lembro melhor de como usar o vocabulário.
  14. Pense assim: 1) Escolha uma letra para o gene, por exemplo A. 2) O dominante fica em maiúsculo (A) e o recessivo em minúsculo (a). 3) Escreva os genótipos dos pais, por exemplo Aa x aa. 4) Monte o quadro usando uma combinação de cada lado. Depois, conte quantos resultados têm característica dominante e quantos têm recessiva. Fazer alguns exemplos simples ajuda a fixar.
  15. Fica mais interessante quando você mostra: - O que é a doença e como se transmite. - Quais complicações podem acontecer sem vacinação. - Como a vacinação reduziu casos ao longo do tempo. Assim, além de informar, o painel mostra por que a vacina é importante para a saúde pública.
  16. Você pode citar documentos e ideias que surgiram ou ganharam força naquele período, como a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão. Depois, mostra como isso aparece hoje em leis, constituições e na ideia de cidadania. Por exemplo, o fim dos privilégios da nobreza se relaciona com o princípio de igualdade perante a lei que a gente estuda em educação cidadã.
  17. Uma ideia é dividir em três momentos: 1) Contexto: o problema que levou à criação do movimento. 2) Ações principais: manifestações, conquistas, mudanças na lei. 3) Situação hoje: o que mudou e o que ainda é discutido. Assim vocês mostram a linha do tempo e conseguem conectar o passado com o presente.
  18. No meu relatório eu dividi em tópicos: - Tipos de construção predominantes. - Presença de áreas verdes. - Condições das ruas e calçadas. Depois transformei esses tópicos em um texto explicando o padrão do bairro, por exemplo se é mais residencial, comercial ou misto.
  19. Costumo marcar duas coisas no enunciado: 1) A parte que aparece mesmo que você não use nada (taxa fixa, assinatura, valor inicial). 2) A parte que aumenta de acordo com a quantidade (por minuto, por km, por peça). A parte fixa vira o b. A parte que multiplica a quantidade vira o a. Depois disso, só escrevo na forma f(x) = ax + b e testo com um exemplo do próprio texto para ver se faz sentido.
  20. Tento seguir a ordem do texto: 1) Aplico primeiro o aumento ou desconto que vier na história. 2) Guardo o novo valor em um rascunho. 3) Só depois aplico o próximo percentual em cima desse valor atualizado. Escrever cada etapa com setas no caderno ajuda a ver o caminho que o exercício está pedindo.
  21. Uma forma básica é pensar assim: Introdução: apresentar o tema e uma opinião geral. Desenvolvimento: dois parágrafos com exemplos e argumentos que explicam essa opinião. Conclusão: retomar a ideia principal e sugerir algo (mudança, reflexão). Antes de escrever o texto, eu faço um pequeno esquema com palavras-chave para cada parágrafo. Isso evita que eu me perca.
  22. Você pode montar algo bem simples, por exemplo: A: Hello, what is your name? B: My name is... A: How old are you? B: I am ... years old. Ensaiar várias vezes em voz alta com um colega ajuda muito. Se possível, grave no celular e ouça para ir ajustando a pronúncia.
  23. Você pode pensar na planície como áreas mais baixas e relativamente planas, onde muitas cidades e plantações se instalam. Já os planaltos são áreas mais elevadas, mas não necessariamente pontudas como montanhas. Explicar assim, com exemplos de uso do solo, costuma funcionar bem na apresentação.
  24. Uma coisa que ajuda é transformar o texto em passos: 1) Sublinhar os valores em dinheiro. 2) Anotar ao lado o que cada valor representa (preço normal, desconto, valor pago). 3) Escrever qual é a pergunta final do problema. Depois disso, eu monto uma frase simples tipo: "valor pago menos valor da compra é igual ao troco" e só então faço as contas.
  25. Além da ortografia, vale checar: - Se o texto tem começo, meio e fim claros; - Se os parágrafos estão organizados, sem ideias misturadas; - Se os verbos estão no mesmo tempo (passado, presente); - Se não há frases muito longas sem ponto. Ler o texto em voz alta ajuda a perceber onde a leitura prende ou fica estranha.

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